Impressionante a resposta dos jovens Noruegueses ao ataque terrorista da semana passada.
Ao ataque de um campus partidário e assassínio de muitos dos seus jovens, os jovens respondem filiando-se em massa nos partidos, mostrando que de que lado estão e como estão dispostos a defender a democracia: com coragem e determinação!
Um exemplo.
"A penalização por não participares na política, é acabares por ser governado pelos teus inferiores." Platão
domingo, 31 de julho de 2011
Defender a democracia filiando nos partidos
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Eleições directas no PS
Hoje realizam-se as eleições para Secretário Geral do PS, umas verdadeiras primárias onde se escolhe o candidato a primeiro ministro pelo maior partido da oposição.
Ambos os candidatos andaram mais de um mês por todo o país em sessões de esclarecimento junto de militantes. Qualquer militante teve a oportunidade de colocar questões directamente aos candidatos e falar com eles pessoalmente. Os media acompanharam esta campanha.
Na Internet e Facebook foi possível debater com outros militantes as ideias de cada um e apresentar as suas. Este tipo de escrutínio só tem paralelo nas eleições legislativas ou nas do PSD.
Agora, qualquer cidadão que seja filiado no PS pode votar. Ao contrário dos clubes de futebol, os votos são iguais para um filiado de 35 anos de partido ou de apenas 6 meses. O próximo secretário Geral do PS é um escolha dos filiados.
Provavelmente não votarão mais de 30 mil, muito pouco para um partido que conjuntamente com o PSD, domina o poder político em Portugal e elege os primeiros ministros.
Espero que nas próximas eleições, sejam 100.000 votantes e que a maioria, sejam cidadãos informados com vida e profissão fora da política, para que o escrutínio dos candidatos e a sua eleição, reflicta melhor as ambições e preocupações dos cidadãos e não do "partido". Mas para que isso aconteça é fundamental que os cidadãos que votam PS, filiem-se no PS, sem receios e com vontade de trazer mais exigência e qualidade no debate e escolhas do partido.
A nossa Democracia precisa da participação dos cidadãos nos nossos partidos.
Ambos os candidatos andaram mais de um mês por todo o país em sessões de esclarecimento junto de militantes. Qualquer militante teve a oportunidade de colocar questões directamente aos candidatos e falar com eles pessoalmente. Os media acompanharam esta campanha.
Na Internet e Facebook foi possível debater com outros militantes as ideias de cada um e apresentar as suas. Este tipo de escrutínio só tem paralelo nas eleições legislativas ou nas do PSD.
Agora, qualquer cidadão que seja filiado no PS pode votar. Ao contrário dos clubes de futebol, os votos são iguais para um filiado de 35 anos de partido ou de apenas 6 meses. O próximo secretário Geral do PS é um escolha dos filiados.
Provavelmente não votarão mais de 30 mil, muito pouco para um partido que conjuntamente com o PSD, domina o poder político em Portugal e elege os primeiros ministros.
Espero que nas próximas eleições, sejam 100.000 votantes e que a maioria, sejam cidadãos informados com vida e profissão fora da política, para que o escrutínio dos candidatos e a sua eleição, reflicta melhor as ambições e preocupações dos cidadãos e não do "partido". Mas para que isso aconteça é fundamental que os cidadãos que votam PS, filiem-se no PS, sem receios e com vontade de trazer mais exigência e qualidade no debate e escolhas do partido.
A nossa Democracia precisa da participação dos cidadãos nos nossos partidos.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Mais cidadãos informados para os partidos políticos
A reportagem da revista Time sobre o escândalo das escutas por parte do News of the World começa assim "Há décadas que existem 3 forças que dominam a política no Reino Unido: Partido Conservador e Partido Trabalhista, alternativamente com o poder ou a procura-lo, e Rupert Murdoch".
O que me chama atenção para esta frase é que se nos Media a concorrência, a regulação, o poder político e judicial podem corrigir as deformações e abusos deste poder, já nos Partidos a única entidade com poder efectivo para os regular e corrigir de desvios do interesse público,são os Cidadãos Informados, que através da suas intervenção e escolhas dentro dos partidos, escolhem lideranças, valores e corrigem abusos que invariavelmente o acesso ao poder gera.
Um exemplo: Quando os dois partidos que em Portugal dominam a política, PS e PSD, conquistam o poder, invariavelmente servem-se abusivamente do mesmo para servir interesses particulares, nomeadamente fazendo nomeações em massa de dirigentes e militantes para cargos no aparelho do Estado, empresas públicas, fundações etc... sem qualquer critério de mérito ou qualificações, destruindo a motivação e meritocracia nos serviços públicos. Apenas, satisfazem interesses particulares de pessoas do partido.
Este abuso recorrente de há décadas só acabará no dia em que a maioria dos filiados do PS e PSD se opuser a estas práticas e disser "basta!" . Essa maioria só existirá, quando PS e PSD ganharem algumas dezenas de novos filiados, cidadãos com vida e profissão fora da política empenhados em intervir e votar dentro dos seus partidos para mudar os partidos para melhor e acabar com estes abusos.
Concluindo, a mudança que desejamos também nos partidos, só depende da vontade de algumas dezenas de milhares de cidadãos, e do seu empenho verdadeiro nessa mudança, filiando, votando e intervindo dentro dos seus partidos.
De que estão à espera?
O que me chama atenção para esta frase é que se nos Media a concorrência, a regulação, o poder político e judicial podem corrigir as deformações e abusos deste poder, já nos Partidos a única entidade com poder efectivo para os regular e corrigir de desvios do interesse público,são os Cidadãos Informados, que através da suas intervenção e escolhas dentro dos partidos, escolhem lideranças, valores e corrigem abusos que invariavelmente o acesso ao poder gera.
Um exemplo: Quando os dois partidos que em Portugal dominam a política, PS e PSD, conquistam o poder, invariavelmente servem-se abusivamente do mesmo para servir interesses particulares, nomeadamente fazendo nomeações em massa de dirigentes e militantes para cargos no aparelho do Estado, empresas públicas, fundações etc... sem qualquer critério de mérito ou qualificações, destruindo a motivação e meritocracia nos serviços públicos. Apenas, satisfazem interesses particulares de pessoas do partido.
Este abuso recorrente de há décadas só acabará no dia em que a maioria dos filiados do PS e PSD se opuser a estas práticas e disser "basta!" . Essa maioria só existirá, quando PS e PSD ganharem algumas dezenas de novos filiados, cidadãos com vida e profissão fora da política empenhados em intervir e votar dentro dos seus partidos para mudar os partidos para melhor e acabar com estes abusos.
Concluindo, a mudança que desejamos também nos partidos, só depende da vontade de algumas dezenas de milhares de cidadãos, e do seu empenho verdadeiro nessa mudança, filiando, votando e intervindo dentro dos seus partidos.
De que estão à espera?
quinta-feira, 7 de julho de 2011
As eleições que são demasiado importantes
As eleições para as lideranças partidárias são um dos grande momentos de escolha em Democracia.
São demasiado importantes para os cidadãos se absterem. As lideranças partidárias são, seja no governo ou oposição, as principais responsáveis pelo destinos do nosso país (alguém duvida?).
Não se abstenham, filiem-se, informem-se e votem nas eleições partidárias. É um dever de cidadania e um requisito para um melhor Portugal.
São demasiado importantes para os cidadãos se absterem. As lideranças partidárias são, seja no governo ou oposição, as principais responsáveis pelo destinos do nosso país (alguém duvida?).
Não se abstenham, filiem-se, informem-se e votem nas eleições partidárias. É um dever de cidadania e um requisito para um melhor Portugal.
domingo, 26 de junho de 2011
O grande risco das primárias partidárias: a ausência de participação dos cidadãos
Finalmente entrou na agenda política, a forma como os partidos elegem os seus candidatos, sejam a primeiro ministro, deputados ou presidentes de câmara.
As propostas apresentadas por Francisco Assis e a António José Seguro nas suas moções de candidatura a secretário geral do PS, abrem espaço para uma “revolução” no funcionamento do partido, com o alargamento aos militantes e até cidadãos (proposta de Francisco Assis) a capacidade de escolha dos candidatos do partido (a deputados, a presidentes de câmara, líder do partido e candidato a primeiro ministro) através de eleições primárias, replicando o modelo de eleição norte americano.
No entanto, estas propostas encerram um enorme risco: se os cidadãos continuam a demitir-se de filiarem-se ou registarem-se para participar nestas eleições, o PS continuará a não ter massa critica suficiente de votantes nas suas eleições internas, o que faz com que as eleições dos candidatos, fiquem à mercé de “esquemas” de “registo massivo” de cidadãos pagamento de quotas, compra de votos etc... que hoje demasiadas vezes dominam as eleições para os cargos de direcção partidária.
Tal significaria que, a um candidato menos escrupuloso, bastaria registar ou filiar algumas centenas de cidadãos no partido para votar nele nas primárias, para por exemplo, ser o candidato a uma Câmara ou a Deputado. Uma total deturpação dos pricipios da democracia: neste modelo, ganha quem mais aldabrice faz.
“Quero criar um sistema que enfraqueça ao máximo os sindicatos de voto, que são uma doença em todos os partidos” Francisco Assis
Estas propostas vão no sentido certo, mas a prioridade do PS, e de qualquer partido que queira verdadeiramente abrir-se à sociedade e aprofundar a sua democracia interna, deverá ser aumentar drasticamente o número de cidadãos com vida de profissão fora da política a participar nas eleições internas do partido, como filiados ou registados, para que sejam a imensa maioria de eleitores dentro dos partidos, não os sidicatos de votos.
A democracia partidária só funciona bem quando houver uma massa critica de cidadãos esclarecidos e informados, maioritariamente com vida e profissão fora da política, que vote nas eleições partidárias, de acordo com a sua consciência em quem considera o melhor dirigente, o melhor candidato, o melhor líder.
A “revolução” democrática dos partidos e a sua abertura sociedade, passa também pela mudança de atitude dos cidadãos e o darem um passo em frente para uma participação esclarecida nas eleições partidárias do partido em que normalmente votam, do que qualquer mudança de estatutos dos partidos. Essa mudança de atitude, deve partir muito mais de uma consciencialização da responsabilidade dos cidadãos, do que, em acções de marketing dos partidos.
Em Democracia, a responsabilidade pela qualidade dos partidos e dos seus políticos, é dos cidadãos. Os partidos precisam dos cidadãos, e devem faciliar e convidar à sua participação.
As propostas apresentadas por Francisco Assis e a António José Seguro nas suas moções de candidatura a secretário geral do PS, abrem espaço para uma “revolução” no funcionamento do partido, com o alargamento aos militantes e até cidadãos (proposta de Francisco Assis) a capacidade de escolha dos candidatos do partido (a deputados, a presidentes de câmara, líder do partido e candidato a primeiro ministro) através de eleições primárias, replicando o modelo de eleição norte americano.
No entanto, estas propostas encerram um enorme risco: se os cidadãos continuam a demitir-se de filiarem-se ou registarem-se para participar nestas eleições, o PS continuará a não ter massa critica suficiente de votantes nas suas eleições internas, o que faz com que as eleições dos candidatos, fiquem à mercé de “esquemas” de “registo massivo” de cidadãos pagamento de quotas, compra de votos etc... que hoje demasiadas vezes dominam as eleições para os cargos de direcção partidária.
Tal significaria que, a um candidato menos escrupuloso, bastaria registar ou filiar algumas centenas de cidadãos no partido para votar nele nas primárias, para por exemplo, ser o candidato a uma Câmara ou a Deputado. Uma total deturpação dos pricipios da democracia: neste modelo, ganha quem mais aldabrice faz.
“Quero criar um sistema que enfraqueça ao máximo os sindicatos de voto, que são uma doença em todos os partidos” Francisco Assis
Estas propostas vão no sentido certo, mas a prioridade do PS, e de qualquer partido que queira verdadeiramente abrir-se à sociedade e aprofundar a sua democracia interna, deverá ser aumentar drasticamente o número de cidadãos com vida de profissão fora da política a participar nas eleições internas do partido, como filiados ou registados, para que sejam a imensa maioria de eleitores dentro dos partidos, não os sidicatos de votos.
A democracia partidária só funciona bem quando houver uma massa critica de cidadãos esclarecidos e informados, maioritariamente com vida e profissão fora da política, que vote nas eleições partidárias, de acordo com a sua consciência em quem considera o melhor dirigente, o melhor candidato, o melhor líder.
A “revolução” democrática dos partidos e a sua abertura sociedade, passa também pela mudança de atitude dos cidadãos e o darem um passo em frente para uma participação esclarecida nas eleições partidárias do partido em que normalmente votam, do que qualquer mudança de estatutos dos partidos. Essa mudança de atitude, deve partir muito mais de uma consciencialização da responsabilidade dos cidadãos, do que, em acções de marketing dos partidos.
Em Democracia, a responsabilidade pela qualidade dos partidos e dos seus políticos, é dos cidadãos. Os partidos precisam dos cidadãos, e devem faciliar e convidar à sua participação.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Escrutinio jornalistico
Os cidadãos que se interessam por política precisam para fazer as suas escolhas, de um jornalismo mais escrutinador das ideias, programas, percurso político e consistência política dos candidatos, e menos, de um jornalismo que faça a escolha pelos cidadãos.
Também precisamos que o jornalismo político se interesse a sério pelas eleições internas partidárias, onde se escolhem os lideres e dirigentes dos nossos partidos. O escrutinio jornalistico e da opinião pública, é fundamental que chegue às eleições internas dos partidos, para que haja uma maior transparencia, qualidade e conhecimento nas escolhas dos partidos
A democracia agradece.
Também precisamos que o jornalismo político se interesse a sério pelas eleições internas partidárias, onde se escolhem os lideres e dirigentes dos nossos partidos. O escrutinio jornalistico e da opinião pública, é fundamental que chegue às eleições internas dos partidos, para que haja uma maior transparencia, qualidade e conhecimento nas escolhas dos partidos
A democracia agradece.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
As eleições mais importantes do nosso país dos próximos 4 anos
As eleições mais importantes do nosso país dos próximos 4 anos vão ser as eleições para Secretário-geral do PS.
É pena que apenas umas poucas dezenas de milhares de portugueses vão participar e votar nestas eleições (apenas quem está filiado no PS).
Centenas de milhares de cidadãos que votam PS, que têm vida e profissão fora da política mas que não estão menos esclarecidos e informados sobre o que pode ser o melhor para o PS e para o país, não vão votar porque não estão filiados no PS.
Estas centenas de milhares de cidadãos poderiam contribuir decisivamente com a sua participação e voto, para que o PS tivesse umas eleições internas mais participadas, mais representativas, menos dependente do peso do “aparelho”, e consequentemente, capaz de gerar uma escolha para a liderança mais escrutinada, democrática e representativa.
Caros cidadãos que votam PS: a democracia e o país precisam "urgentemente" que um grande número de vós se filie no PS nos próximos tempos, para que estas sejam as últimas eleições internas do partido sem uma participação massiva de cidadãos.
PS- podem partilhar esta nota por todos os vossos amigos que votam PS mas que ainda não estão filiados.
É pena que apenas umas poucas dezenas de milhares de portugueses vão participar e votar nestas eleições (apenas quem está filiado no PS).
Centenas de milhares de cidadãos que votam PS, que têm vida e profissão fora da política mas que não estão menos esclarecidos e informados sobre o que pode ser o melhor para o PS e para o país, não vão votar porque não estão filiados no PS.
Estas centenas de milhares de cidadãos poderiam contribuir decisivamente com a sua participação e voto, para que o PS tivesse umas eleições internas mais participadas, mais representativas, menos dependente do peso do “aparelho”, e consequentemente, capaz de gerar uma escolha para a liderança mais escrutinada, democrática e representativa.
Caros cidadãos que votam PS: a democracia e o país precisam "urgentemente" que um grande número de vós se filie no PS nos próximos tempos, para que estas sejam as últimas eleições internas do partido sem uma participação massiva de cidadãos.
PS- podem partilhar esta nota por todos os vossos amigos que votam PS mas que ainda não estão filiados.
domingo, 5 de junho de 2011
Sobre a mudança que o país precisa
"Os portugueses têm sido incorrigíveis (...) A mudança que tem de haver em Portugal tem de vir de baixo para cima, tem de ser ao contrário do que tem sido até agora. Os portugueses estão sempre à espera que caia tudo o que é bom de cima para baixo. Os portugueses têm de deixar de esperar pela mudança, têm de ser eles a mudar"
Entrevista a Barry Hatton no Publico, autor Inglês do livro "Os Portugueses" que será brevemente editado em Portugal
Intervir e votar dentro dos partidos, é uma das mudanças que os portugueses têm de fazer, em especial, todos aqueles que tiveram o privilégio de estudar, manterem-se informados e de ter uma profissão que lhes permite ter liberdade para votar nas eleições internas e intervir dentro de um partido. A mudança que Portugal precisa depende dos cidadãos.
Entrevista a Barry Hatton no Publico, autor Inglês do livro "Os Portugueses" que será brevemente editado em Portugal
Intervir e votar dentro dos partidos, é uma das mudanças que os portugueses têm de fazer, em especial, todos aqueles que tiveram o privilégio de estudar, manterem-se informados e de ter uma profissão que lhes permite ter liberdade para votar nas eleições internas e intervir dentro de um partido. A mudança que Portugal precisa depende dos cidadãos.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Garcia Pereira tem toda a razão: as televisões não têm qualquer direito em “abafar” a democracia
Garcia Pereira tem toda a razão: as televisões não têm qualquer direito em “abafar” a democracia em defesa de critérios jornalísticos ou de audiências. (http://www.ionline.pt/conteudo/127028-debates-garcia-pereira-em-guerra-com-as-televisoes)
A democracia não é um sistema político criado para gerar bons programas de debate na TV. É um sistema político que garante direitos e liberdades aos agentes políticos para criarem e apresentarem alternativas políticas, e aos cidadãos, o direito (e dever) de as conhecerem e escolherem. Em período eleitoral, debater na televisão em iguais circunstâncias com demais candidatos é um desses direitos.
E não digam que é impossível debates com 10 ou mais concorrentes. As presidenciais Norte Americanas tiveram-nos e muitos, nomeadamente nas primárias do partido Democrata e Republicano para as presidenciais de 2008. Esta foto é ilustradora:http://goo.gl/5PgQI
Força Garcia Pereira, a Democracia está do seu lado.
A democracia não é um sistema político criado para gerar bons programas de debate na TV. É um sistema político que garante direitos e liberdades aos agentes políticos para criarem e apresentarem alternativas políticas, e aos cidadãos, o direito (e dever) de as conhecerem e escolherem. Em período eleitoral, debater na televisão em iguais circunstâncias com demais candidatos é um desses direitos.
E não digam que é impossível debates com 10 ou mais concorrentes. As presidenciais Norte Americanas tiveram-nos e muitos, nomeadamente nas primárias do partido Democrata e Republicano para as presidenciais de 2008. Esta foto é ilustradora:http://goo.gl/5PgQI
Força Garcia Pereira, a Democracia está do seu lado.
terça-feira, 17 de maio de 2011
M12M e Mais Sociedade: “o que faz falta é também filiar a malta”
Este ano dois movimentos de cidadãos ganharam grande protagonismo pela sua capacidade de organizar iniciativas políticas de elevado impacto, como por terem objectivos políticos relevantes: gerar um debate aberto sobre as políticas do país e influenciar a política a favor da agenda saída desses debates.
O M12M através de iniciativas Legislativas de Cidadãos procura traduzir essa influência em propostas de leis que possam ser discutidas e aprovadas no Parlamento. O movimento Mais Sociedade, escolheu traduzir essa influência associando-se a um partido, esperando que este integre algumas das suas ideias no seu programa político e/ou convide alguns dos seus membros para cargos executivos num futuro governo.
Sendo estas iniciativas relevantes e meritórias (por trazerem novos protagonistas e ideias para o debate político), a sua acção exclusivamente “externa” aos partidos contribui paradoxalmente, para a sua fraqueza e dependência dos “interesses e lógica tacticista” dos partidos com representação no poder.
Explicação. O facto destes movimentos não terem, nem procurarem ter representação significativa na base de militantes dos principais partidos (os que os cidadãos elegem), faz com que os dirigentes partidários não tenham qualquer “pressão” interna para incluir alguma da agenda destes movimentos nos programas dos seus partidos.
Para além disso, mesmo que havendo políticos dentro destes partidos que defendam e apoiem essas agendas, estes não têm os votos nem o apoio nas eleições (internas) partidárias desse enorme número de cidadãos que quer mudanças e se revê nas agendas destes movimentos. Ao não estarem filiados, ao não procurarem construir tendências dentro dos principais partidos, estes movimentos estão a demitir-se de intervir no espaço onde precisamente teriam maior poder de influência: os partidos políticos que nos representam. Esta auto-exclusão, ao invés, facilita e muito, o trabalho de quem dentro dos partidos, não quer qualquer mudança nem quer que novas agendas e protagonistas “contaminem” a vida e unidade dos partidos.
Concluindo, não faz sentido em democracia lutar por uma agenda de mudança, e ao mesmo tempo, excluir dessa luta, a intervenção e voto dentro dos partidos que elegemos, precisamente, o espaço em democracia, onde os cidadãos têm mais poder de mudar as políticas e políticos a favor dos suas preocupações e interesses.
A mensagem destes e outros movimentos, deveria ser também: "O que faz falta é filiar a malta"
João Nogueira dos Santos
http://aderevotaintervem.blogspot.com/
PS - Se puderem, façam chegar aos membros e seguidores destes e outros movimentos de cidadãos
O M12M através de iniciativas Legislativas de Cidadãos procura traduzir essa influência em propostas de leis que possam ser discutidas e aprovadas no Parlamento. O movimento Mais Sociedade, escolheu traduzir essa influência associando-se a um partido, esperando que este integre algumas das suas ideias no seu programa político e/ou convide alguns dos seus membros para cargos executivos num futuro governo.
Sendo estas iniciativas relevantes e meritórias (por trazerem novos protagonistas e ideias para o debate político), a sua acção exclusivamente “externa” aos partidos contribui paradoxalmente, para a sua fraqueza e dependência dos “interesses e lógica tacticista” dos partidos com representação no poder.
Explicação. O facto destes movimentos não terem, nem procurarem ter representação significativa na base de militantes dos principais partidos (os que os cidadãos elegem), faz com que os dirigentes partidários não tenham qualquer “pressão” interna para incluir alguma da agenda destes movimentos nos programas dos seus partidos.
Para além disso, mesmo que havendo políticos dentro destes partidos que defendam e apoiem essas agendas, estes não têm os votos nem o apoio nas eleições (internas) partidárias desse enorme número de cidadãos que quer mudanças e se revê nas agendas destes movimentos. Ao não estarem filiados, ao não procurarem construir tendências dentro dos principais partidos, estes movimentos estão a demitir-se de intervir no espaço onde precisamente teriam maior poder de influência: os partidos políticos que nos representam. Esta auto-exclusão, ao invés, facilita e muito, o trabalho de quem dentro dos partidos, não quer qualquer mudança nem quer que novas agendas e protagonistas “contaminem” a vida e unidade dos partidos.
Concluindo, não faz sentido em democracia lutar por uma agenda de mudança, e ao mesmo tempo, excluir dessa luta, a intervenção e voto dentro dos partidos que elegemos, precisamente, o espaço em democracia, onde os cidadãos têm mais poder de mudar as políticas e políticos a favor dos suas preocupações e interesses.
A mensagem destes e outros movimentos, deveria ser também: "O que faz falta é filiar a malta"
João Nogueira dos Santos
http://aderevotaintervem.blogspot.com/
PS - Se puderem, façam chegar aos membros e seguidores destes e outros movimentos de cidadãos
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O antidioto à apatia (de participar políticamente)
Uma brilhante e curta apresentação que todos os cidadãos deveriam ver. As verdadeiras razões porque somos apáticos, e como temos o poder de desmantelar as barreiras que nos mantêm longe de intervir e participar políticamente. O obrigatório ver e partilhar
TEDx Toronto 2010 .
TEDx Toronto 2010 .
terça-feira, 3 de maio de 2011
"Vai-te filiar!" Tudo o que precisas de saber para te convenceres a votar e intervir dentro de um partido
Manual de instruções para uma cidadania com poder efectivo de qualificar a política e dar um melhor futuro a Portugal
Várias pessoas têm-nos perguntado como explicar tudo aquilo que temos vindo a dizer sobre a necessidade de todos aderirmos aos partidos que nos representam, para termos melhores políticos e governantes mais preocupados em defender os interesses dos cidadãos e menos a defender interesses particulares.
Esta é uma tentativa de disponibilizar um “kit completo”, os vídeos e textos que uma vez vistos e lidos, acreditamos que convencerão 90% das pessoas a mudar as suas ideias sobre filiarem-se num partido (grande, pequeno, novo ou antigo) e lá passarem a intervir e votar para eleger os melhores e qualificar a política.
Partilhem, copiem, enviem por email, divulguem por todos os vossos amigos, dos 20 aos 70, homens ou mulheres, cépticos ou esperançosos, muito ocupados ou desocupados.
Em democracia, a qualidade dos nossos partidos, políticos e governantes é da exclusiva responsabilidade da acção (ou inacção) e escolhas (ou falta dela) dos cidadãos. Não é do sistema, da Europa, do FMI ou do nosso Fado.
1 – “Adesão Massiva aos partidos para uma nova cidadania política”. Uma introdução à participação nos partidos, e o desmontar de muitos mitos urbanos sobre o tema
Vídeo TEDx Lisboa: http://bit.ly/d2tj52
2 – “Mudar Portugal”. O papel simples que em Democracia os cidadãos têm de cumprir para mudar Portugal. Não precisam de ser todos. Se 100.000 já cumprirem a política mudará em Portugal mudará para sempre
Video Ignite Portugal: http://bit.ly/g8WBmQ
3 – “Movimentos vs Partidos”. Os movimentos são essenciais à cidadania, mas não devem substituir a participação nos partidos. Movimentos dentro dos partidos deve ser o lema
Video Ignite Portugal: http://bit.ly/eVhIve
4 – Entrevista no Canal Q. Um entrevista que esclarecedora sobre a ideia de fundo da adesão aos partidos
Video Canal Q: http://bit.ly/h8Zgtc
5 – “Os independentes e suas independências”. Um texto muito claro que desmonta a ideia muito popular nos nossos dias de “ser independente”
Post Blog: http://redundanciasdaactualidade.blogspot.com/2011/04/os-independentes-e-as-suas.html
6 – “O equivoco da cidadania em Portugal e o que têm de mudar”. Um texto que expõe o maior equivoco sobre o tipo de cidadania que mais falta faz em Portugal
Post Blog: http://aderevotaintervem.blogspot.com/2011/04/o-grande-equivoco-da-cidadania-e-o-que.html
7 - Grupo oficial no Facebook. Visitem e deixem lá a vossa opinião, as vossas duvidas e questões e as barreiras que ainda vos impedem de filiar, votar e intervir dentro de um partido
Grupo Facebook: http://on.fb.me/ajs8cP
8 - Como Aderir. Convencidos que os cidadãos são responsáveis pelo seu futuro e têm o dever de mudar os partidos e a política para melhor?.Nesta página têm os links para as páginas de adesão aos diferentes partidos políticos.
Como Aderir: http://aderevotaintervem.blogspot.com/p/como-aderir.html
(estamos a permanentemente a actualizar esta página com os links de todos os partidos)
http://aderevotaintervem.blogspot.com/
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